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NA PANDEMIA: MENOS PALPITE, MAIS AÇÃO!

Por Lucas Rosalem.

Você tem prestado atenção em como a pandemia mudou a sua forma de agir e pensar? Leia a passagem abaixo e vamos conversar sobre isso.

O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e sóbrios; dediquem-se à oração. Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados” (1Pedro 4:7-8).

Os dias de confinamento, incertezas na saúde, na política e na economia, além das brigas intensas e constantes nas redes sociais têm mexeram muito com a cabeça de absolutamente todas as pessoas. Contudo, a forma como cada grupo tem reagido é diferente. É claro que não se pode esperar ver muita diferença na atuação de militantes partidaristas, estatistas e estadistas. Mas e os cristãos? E você?

Uma pergunta mais específica, que apenas fará sentido a um cristão: como Deus tem sido glorificado através de sua vida nesse momento de sofrimento no mundo?

Pedro, na passagem acima, relembra aqueles cristãos – em tempos de apostasia e perseguição – de que o fim estava próximo. Logo em seguida, ele dá 3 orientações quanto a isso. A primeira delas é muito interessante: “sejam criteriosos e sóbrios”.

Em tempos de crise, com os ânimos alterados, o mínimo que se espera de evangélicos bem esclarecidos na Palavra é que eles, muito mais do que os ateus, pensem, raciocinem, reflitam. Analisar e julgar os fatos vem antes de qualquer ação. Eu sei que muitos (talvez todos) digam que raciocinaram bastante sobre que lado dos debates deveriam aderir, cheios de certezas, e por isso jamais abrirão mão de se posicionar publicamente.

Mas por que será que essas manifestações públicas, da parte também dos evangélicos, têm sido tão pouco sóbrias? Porque essa sequência (ser criterioso e se manifestar) é o que a Bíblia espera dos descrentes, pois dos crentes ela espera um passo mais importante depois de ser criterioso, que é a segunda orientação de Pedro: “dediquem-se à oração.

Perceba ainda que antes da oração está a reflexão, pois não há boas orações sem boa teologia (ou seja, sem uma boa percepção de Deus, sua obra e sua vontade).

O que interessa aqui é: depois de ter pensado sobre não apenas os argumentos discordantes, mas também nos princípios de sabedoria da Palavra, você sequer cogitou orar a Deus seriamente antes de tomar partido e, pior ainda, palpitar na Internet, decretando sua santíssima opinião e demonizando o lado oposto?

Talvez você até agora não entenda por que apenas essa maneira de proceder seja coerente com a vida cristã que você diz professar, e uma maneira de agir extremamente importante principalmente nesse momento. Mas Pedro explica com sua última orientação: “Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados”.

É claro que para um falso crente, desses sem nenhuma preocupação em fazer outras pessoas chegarem ao Evangelho através de si, nada disso importa mesmo. Para os cristãos, os membros do corpo de Cristo, participantes da sua morte e ressurreição, Pedro continua assim:

“Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração (v.9).

Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (v.10).

Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre…” (v.11).

Isso não parece ter sido escrito ontem e para brasileiros em confinamento e crise financeira? Medite sem pressa em cada um desses versos depois que terminar esta leitura. Mas se concentre nessas ênfases por enquanto:

Ao invés de se preocupar em dizer ou esperar para ver quem está certo, você tem se preocupado em ser hospitaleiro e sem murmuração com aqueles que têm sofrido por causa dessa crise? Você tem servido seus irmãos com o que você recebeu de Deus, como bom despenseiro da sua graça? Quando é necessário falar, você se limita a falar de acordo apenas com a sabedoria bíblica para momentos difíceis?

Bem, este é o momento para refletir sobre os versos e meditar, e não sem, depois, orar. Deus te abençoe.

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