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Judas, o outro!

Por Felipe Moura.

Judas 1:3 — “…exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos.”

Por que Judas escreveu esta carta?

(1) Porque alguns indivíduos haviam se infiltrado no meio da igreja escondendo suas verdadeiras intenções [com dissimulação].

(2) Estes homens ímpios, perversos, transformaram em libertinagem a graça de Deus. Isto é, diziam que era permitido viver na imoralidade.

(3) Esses homens negavam a Jesus Cristo.

Qual a preocupação de Judas?

Acredito que Judas se preocupava especialmente com a possibilidade de que alguns irmãos dessem ouvidos a esses homens perversos e, consequentemente, negassem a Cristo.

E uma forma que Judas tem para alertar aqueles irmãos é lembrá-los de que estes homens foram entregues à morte eterna. O que os perversos faziam era para sua própria destruição; portanto, Judas orienta aqueles irmãos para que não se envolvessem na mesma destruição.

Pervertiam a graça de Deus; eram guias de si mesmos e de outros para uma vida impura e de pecado — libertinagem. Quando na verdade a graça de Deus tem um outro objetivo: nos libertar do poder do pecado para que vivamos sóbria, justa e piedosamente.

Negar a Cristo?

Para Judas, todas as vezes que aqueles que foram redimidos pelo sangue de Cristo tornam-se outra vez escravos do diabo, negam a Cristo. Daí a importância de lembrar àqueles irmãos que Cristo morreu e ressuscitou por nós, para que reinasse, dominasse sobre nossa vida e morte.

Edifiquem uns aos outros

A estratégia que Judas nos dá para vencer as ações astutas dos perversos dentro da comunidade cristã é a de edificarmos uns aos outros na fé que é santíssima. Precisamos estar fundamentados na verdade; ou alicerçados e seguros nos fundamentos da nossa fé.

Isso nos deve estimular a cuidar uns dos outros; a resgatar outros das chamas do julgamento. E precisamos exortá-los de tal forma que fique manifesto que odiamos os pecados que contaminam a vida deles.

Para isso, nossa esperança é firmada na promessa da vida eterna. E é sobre esta promessa — que nos dá a esperança — [de] que seremos sustentados até o dia final. Embora venhamos fraquejar no caminho, o Senhor é quem nos guarda e é Ele quem guia nossos passos e não nos deixa tropeçar.

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